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Dos confins do Universo aos clubes de swing, nenhum lugar escapa da ciência. Os banheiros não são exceção. Ali onde o rei acredita estar sozinho, os pesquisadores o acompanham. Vários aspectos dos hábitos defecatórios foram explorados para determinar seu impacto sobre problemas de saúde como a constipação e as hemorroidas.
Mas por muito tempo um desses hábitos sofreu um déficit de atenção por parte do mundo científico: ler no banheiro. Em 1989, um breve debate chegou a ocupar as colunas da famosa revista médica “The Lancet”. Um artigo acusava a leitura de prejudicar o esforço do empurrão. O intelecto não deve interferir nos atos físicos primários: não se deve ler à mesa, no banheiro, fazendo amor ou jogando futebol. Um outro artigo defendia o contrário.
Dos confins do Universo aos clubes de swing, nenhum lugar escapa da ciência. Os banheiros não são exceção. Ali onde o rei acredita estar sozinho, os pesquisadores o acompanham. Vários aspectos dos hábitos defecatórios foram explorados para determinar seu impacto sobre problemas de saúde como a constipação e as hemorroidas.
Mas por muito tempo um desses hábitos sofreu um déficit de atenção por parte do mundo científico: ler no banheiro. Em 1989, um breve debate chegou a ocupar as colunas da famosa revista médica “The Lancet”. Um artigo acusava a leitura de prejudicar o esforço do empurrão. O intelecto não deve interferir nos atos físicos primários: não se deve ler à mesa, no banheiro, fazendo amor ou jogando futebol. Um outro artigo defendia o contrário.



