sábado, 11 de fevereiro de 2012

"The Bourne Legacy" promete e também vai fazer história. Veja o trailer.




Sete bons motivos para acreditar que a continuação do filme vai surpreender de novo.


1 - O ator será o Jeremy Renner (Missão Impossível 4 - Protocolo Fantasma),  que vem surpreendendo em cada filme que faz em longas como: Atração PerigosaGuerra ao Terror. Esse ano ele também estará no aguardado "Os vingadores" como o super herói  Hawkeye, ou seja,  ele é uma das grandes apostas de Hollywood.    

2- O excelente Tony Gilroy escreve e dirige a continuação da franquia Bourne. Ele escreveu também os roteiros de todos os filmes da série até o momento. 
Fez também os roteiros dos filmes como: Conduta de Risco (Michael Clayton), Intrigas do Estado (State of Play), Advogado do Diabo (The Devil's Advocate), entre outros. O cara representa os poucos bons diretores da industria do cinema americano.

3 - A sumida e maravilhosa atriz Rachel Weisz está confirmadíssima. 

4 - O ator Edward Norton está prestes a fazer um retorno em grande estilo como o vilão da série.

5 - Albert Finney, David Strathairn e Joan Allen continuam nessa quarta sequencia, assim teremos mais consistência na história.

6 - O ator Matt Damon quer voltar, por isso também, o filme tem que ser sensacional e não deixar a peteca cair.  

7 - Nenhum filme da série "Bourne" é fraco, todos de alguma forma se superam, por isso, acredito que essa continuação também vai fazer história. 


The Bourne Legacy usa apenas o título do último livro da série escrita por Robert Ludlum; a trama é toda original (escrito pelo diretor Tony Gilroy e seu irmão Dan), e acompanha um novo assassino recrutado pelo governo.


Com estreia prometida para o dia 03/08/2012 nos Estados Unidos e Canadá, veja o primeiro trailer do "The Bourne Legacy".








sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Projeto ensina construção de violão com custo de montagem inferior a R$ 70,00.




Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba (foto), um projeto fabrica violões de forma didática e a custo acessível, a partir de madeiras plantadas ou nativas de ciclo sustentável. O objetivo é socializar tanto na Universidade, quanto no ensino Fundamental e Médio, a cultura da construção do violão (luteria), popularizando a produção do instrumento. O custo de montagem é inferior a R$ 70,00.

Os estudos começaram em 2005, com a contribuição dos alunos de Graduação da Esalq, para colaborar no atendimento da legislação atual quanto à inclusão da educação musical no ensino básico e facilitar sua inserção em projetos socioculturais. De acordo com o professor José Nivaldo Garcia, do Departamento de Ciências Florestais (LCF), coordenador do projeto, além da inovação, a Universidade também pesquisa e busca entender e divulgar a cultura popular. “A música, hoje vista como Ciência, é uma característica marcante da cultura brasileira e merece espaço dentro do meio acadêmico”, destaca o professor.




As ações envolvem a produção de componentes do violão, feitos em madeira plantada ou de ciclo sustentável,  junto ao pessoal de apoio do Laboratório de Engenharia de Madeira e a divulgação do projeto na Esalq, para conseguir a adesão de voluntários tanto dos cursos de Graduação quanto de Pós-graduação. Em seguida, foi realizada a montagem de um violão modelo a partir de um kit completo dos seus componentes, com custo abaixo de R$70,00, e a constituição de três grupos de 20 alunos do ensino fundamental e médio para participar de oficinas de fabricação do violão.

“Dessa forma, os trabalhos realizados nas oficinas poderão ser divulgados à comunidade e os resultados apresentados”, comenta Caio de Oliveira Loconte (foto), aluno do curso de Engenharia Florestal, responsável pela elaboração do relatório final do projeto e pelo “Manual de Fabricação de Violão Clássico”, no final de 2011.












Manual


O manual apresenta, de maneira simplificada, uma metodologia para a fabricação do instrumento musical tendo por base a planta “Guitare Classique Dans Le Style”, de Santos Hernandez. Dividido em capítulos, o manual introduz partes do violão, produção das peças, montagem e acabamento. Enfim, o instrumento é composto por diversas peças conectadas entre si utilizando-se de cola ou contato, tornando-se possível dividir a construção em caixa, braço e mão.

Na caixa encontram-se o tampo, a boca, as laterais, o cavalete ou ponte com o rastilho, a roseta e o fundo. A pestana, as casas e a escala são constituintes do braço. Por fim, fazem parte da mão as tarraxas. Complementando a orientação, no manual é revelado que dentro da caixa acústica existem várias peças que desempenham importantes papéis na sustentação do violão e na transmissão do som.
O projeto conta com recursos do programa  “Aprender com Cultura e Extensão” da USP. A proposta é transferir ciência e tecnologia criadas nos laboratórios para a comunidade adaptando as metodologias e a forma de expressão oral e de conduta à realidade da situação em curso. Como resultado, foi obtido um violão com som simples e comum, indicado para pessoas de baixa renda ou para iniciantes.
Para o professor Garcia, este é um trabalho muito importante, pois além de estender os ensinamentos obtidos na Universidade à sociedade, reúne, a cada ano, novas idéias e experiências trazidas por estudantes que se interessam por essa linha de pesquisa e que gostariam de participar das atividades ao longo do ano.
Alícia Nascimento Aguiar, da Assessoria de Comunicação da Esalq
imprensa@esalq.usp.br


Mais informações: email jngarcia@esalq.usp.br, com o professor José Nivaldo Garcia


fonte:Agência USP de Notícias




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Documentário explosivo: Será que o "aquecimento global" é a maior fraude da história moderna?



Este documentário foi exibido na BBC (canal de TV britânico) em 8 de março de 2007. Seu conteúdo é estarrecedor, ao mostrar o outro lado da chamada "verdade" sobre o tão aclamado Aquecimento Global.

Qual é a intenção e a agenda por trás desse documentário? Existe uma crença em alguns círculos de que o aquecimento global é um golpe, um esforço de muitas pessoas neste mundo para enganar o resto do mundo, um desejo de corporações e organizações para lucrar com o esse tema politicamente correto, e uma tentativa de alguns para abrandar o crescimento dos países em desenvolvimento.

Com o nome sugestivo de “A grande farsa do aquecimento global” o filme é um ataque direto ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas reunidos pela ONU para estudar o assunto. A base do documentário é contestar as causas do aquecimento global.

No filme, o diretor Martin Durkin defende que não é a emissão excessiva de carbono na atmosfera proveniente da queima de combustíveis fósseis a causa das mudanças climáticas. De acordo com os cientistas que aparecem no documentário, a atividade do Sol seria a maior responsável pelo aquecimento global.

Bem, assista a este filme e pense a respeito. 


A Grande Farsa do Aquecimento Global from Zaire on Vimeo.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Curta-metragem: O retorno do incrível Bruce Lee.




"Le Petit Dragon" é um bonito, inteligente e imaginativo curta-metragem que faz uma linda homenagem ao mestre do kung fu Bruce Lee. A qualidade do trabalho é sensacional, mas o que  impressiona é o roteiro, particularmente original e engraçada.

A partir de imagens de personagens do cinema e da cultura pop dos anos 70, cada segundo do filme está imbuído do espírito e gestos que marcaram a carreira da lenda dos filmes de ação e artes marciais.  

Bom, a história do curta-metragem e a seguinte:  Trinta e cinco anos após sua morte, a alma de Bruce Lee reencarna no corpo de um boneco que é a sua imagem. Em seguida, o brinquedo de borracha prepara-se para descobrir o gigantesco mundo de fora.

O diretor Bruno Collet, nasceu em 1965 em Saint-Brieuc, França e esse já e seu quinto filme na direção.





Pobre Aquaman.


Sushi-Friends-Aquaman

fonte: JazJaz




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quando você gritou pela ultima vez?



Apesar da brevidade da obra, esse curta-metragem vale demais graça ao excelente desempenho dos dois personagens principais de "Los Gritones", que transmite perfeitamente a fragilidade da ilusão e do grito como o único meio de fuga em tempos de tensão.

Porque há lugares e momentos que convidam você a gritar.






segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A vida de um homem em apenas 45 segundos.

Last Day Dream by Chris Milk

Acho bacana essa visão espiritualista do diretor Chris Milk e torço para que tenho esse momento antes da minha despedida. Acho que este é o sonho mais comum de muitas pessoas antes que o 'Espírito' deixe o corpo.
O diretor Chris Milk produziu esse curta-metragem para o Festival de Cinema de Beijing, na China. O filme "Last Day Dream" é um resumo dos momentos mais importantes da vida de um homem da forma mais extraordinária. 





Curta-documentário sobre o lugar perfeito para morrer.



Chamado de "o lugar perfeito para morrer", a floresta Aokigahara tem a infeliz distinção como segundo lugar  mais popular do mundo para tirar a própria vida. O primeiro é a Golden Gate Bridge. 

Espiritualistas japoneses acreditam que os suicídios cometidos na floresta têm permeado as árvores Aokigahara, gerando atividade paranormal.

Devido à vastidão da floresta, os visitantes desesperados sabem que é improvável encontrar alguém dentro do chamado "Mar de Árvores", de modo que os policiais montaram cartazes dizendo "Sua vida é um dom precioso de seus pais" e "Por favor, consulte a polícia antes de decidir morrer!".  

aokigahara

Meios de comunicação contemporâneos observou o recente aumento no número de suicídios na floresta, e culpou mais a crise econômica do Japão do que no final romântico da novela de Seicho Matsumoto, Jukai Kuroi de 1960, que revitalizou a popularidade da "Floresta do Suicídio". O romance de Seicho Matsumoto,  termina com dois amantes que cometeram suicídio na floresta. 

Os moradores dizem que pode facilmente identificar os três tipos de visitantes na floresta: os trekkers interessados ​​em vistas panorâmicas do Monte Fuji, o curioso na esperança de um vislumbre do macabro, e as almas que não planeja retornar.  

Os moradores dizem também que aqueles que desejam tirar suas vidas não consideram o impacto que os suicídios têm sobre os moradores e trabalhadores da floresta. Nas palavras de um homem local, "incomoda o inferno fora de mim que a área é famosa por ser um ponto de suicídio." 

aokigahara

E um oficial da polícia local disse: "Eu tenho visto muitos corpos que foram realmente avançado estado de decomposição, ou foram devorados por animais selvagens. Não há nada de belo em morrer lá dentro."  

Os trabalhadores devem levar os corpos encontrados na floresta até a estação local, onde são colocados em uma sala especial usada especificamente para cadáveres suicidas. Os trabalhadores florestais, em seguida, jogam jan-ken-pon (pedra, papel, tesoura) para ver quem vai dormir no quarto com o cadáver.  
Acredita-se que se o cadáver é deixado sozinho, traz muito azar para o fantasma (yurei)  das vítimas de suicídio. Eles são espíritos dizem a gritar durante a noite, e seus corpos se mover por conta própria.

O curta documentário abaixo "Aokigahara Suicide Forest" acompanha um dia do geologista Azusa Hayano. Ele estuda o solo vulcânico em volta do Monte Fuji, e convive quase que diariamente com a floresta e seus visitantes, tornando-se também um "guarda contra suicídios". Em 20 anos, Hayano diz ter encontrado já cerca de 100 corpos na floresta. Vejam o vídeo (contém imagens reais de pessoas mortas), que está legendado em inglês.



fonte: Estou sem criatividade para bolar um título bacana




domingo, 5 de fevereiro de 2012

As melhores obras de arte urbana do mundo.

Espalhadas pelo mundo todo, essas obras impressionam aqueles que passam e faz com que os moradores e visitantes da cidade tenham um novo olhar sobre o espaço modificado. 
Seja a pura expressão da criatividade, uma crítica social ou um pedido de conscientização, essas intervenções fascinam pelo tamanho – tanto em versões em miniatura quanto em pinturas e esculturas gigantes –, pela riqueza de detalhes e pela habilidade dos artistas.  



Street Art - Pavel Puhov - Clique aqui e veja a galeria.



SmugOne – Clique e veja a galeria



New Street Art - Banksy - Londres - Clique aqui e veja a galeria




Isaac Cordal - Barcelona - Clique e veja a galeria




Shop till you drop – Banksy - Londres - Clique e veja a galeria



Street Art Photos




Street Art - BLU - Clique e veja a galeria



Street Art - Eduardo Relero – Clique aqui e veja a galeria 





Street Art - DALeast - Clique e veja a galeria





Fonte: UOL
Fonte: Street Art Utopia




sábado, 4 de fevereiro de 2012

Beber cerveja todo dia faz bem, combate diabetes e evita ganho de peso.

Barriga de cerveja? Uma pesquisa da Universidade de Barcelona aponta que a cerveja, ao invés de fazer engordar, evita ganhar peso. Segundo os pesquisadores, o que engorda, na verdade, são os petiscos que acompanham a gelada.


A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio – nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.

“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca – o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.
Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida.
O estudo, realizado com 1.249 homens e mulheres acima de 57 anos, indica que mulheres podem tomar dois copos pequenos de cerveja por dia, enquanto para os homens estão liberados até três copos. Contudo, o hábito deve estar associado a uma dieta saudável e a exercícios físicos regulares.





sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Curta-metragem (indicado ao Oscar) é uma pequena pérola para os amantes da literatura e da animação.



Destinado especialmente para as crianças (e que vai encantar os adultos também) o curta-metragem "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore", foi inspirado em eventos reais, como o furacão Katrina, e também em elementos líricos, como o Mágico de Oz e personagens de Buster Keaton. 
E é uma história de ninar maravilhosa sobre um homem que foi deixado sem nada, depois de uma violenta tempestade que varre sua casa, pertences e sua cidade.  



Desenvolvido especialmente para o iPad,  no aplicativo você pode controlar o vento, pintar o céu, conversar com os livros, reproduzir um piano, e estes são apenas a ponta do iceberg. 
Por exemplo, você pode tirar a narração para poder ler para seu filho com sua própria voz, ou silenciar a música e o som de efeitos se quiser, ou seja, esse curta-metragem é um cruzamento perfeito entre um e-livro e um filme de animação.

Tudo foi criado pelo ilustrador e diretor William Joyce (que fez parte da equipe de filmes como Vida de Inseto e Robôs)  junto com o co-diretor Brandon Oldenburg. Eles realmente fizeram algo tão original que eu acho que você vai começar a ver mais experiências como esta. Assista ao vídeo, e se você tiver um iPad, faça o download deste aplicativo imediatamente.



Os E-books já são um assunto preocupante para muitos leitores, escritores, editores e designers. E deixo aqui algumas perguntas: Esse tipo de "arte" é algo podre penetrando nas mentes das crianças e dos jovens? É tão bom quanto o bom e velho papel? É muito interativo e ao mesmo tempo sem alma? Obviamente, não existem respostas práticas a essas perguntas.

Mais o que vale na minha opinião é o curta-metragem "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore" (Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore), que foi indicado ao Oscar de 2012. Que além de ser genial e simples, com certeza, vai fazer história.


The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

Veja na próxima página making of "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore". Fotos e vídeos. 

A avenida mais plural, humana e viva do Brasil.


Com 120 anos de existência, a Avenida Paulista é conhecida por ser um dos principais lugares de São Paulo. Na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), uma recente dissertação de mestrado investigou as relações de afetividade que as pessoas têm com a avenida, seus prédios e atrativos. “Costumamos ver a Paulista de cima e de longe, como se vista de um satélite ou de um helicóptero. No meu trabalho, tentei mostrá-la do ponto de vista de dentro e de perto, exibindo o que acredito ser o elemento mais instigante do lugar: as pessoas”, explica o turismólogo Leandro Forgiarini de Gonçalves, autor da pesquisa O estudo do lugar sob o enfoque da geografia humanista: um lugar chamado Avenida Paulista.


Diversidade

Para Forgiarini, a Paulista é uma avenida “monumental nos prédios, mas também é extremamente complexa, plural e diversa no que diz respeito às pessoas”. Ele recorda a primeira vez que esteve nela: “Desci no Metrô Consolação, num turbilhão de sons, imagens, pessoas, tudo. Fiquei atordoado”, descrevendo uma sensação que acredita ser a de muitas pessoas nos primeiros contatos. “Depois de um tempo você acaba se acostumando com a arquitetura, com a presença dos prédios, do tráfego intenso de carros e com o fluxo de pedestres, e para de ficar encolhido. Entretanto, a Paulista continua a surpreender quem passa por ela, através das relações que se travam no dia a dia, com sua diversidade de tipos, tribos e atores”, afirma o pesquisador.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fotografia: As faces dos esquecidos.



Eu realmente amo retratos. Eu acho que eles são bonitos, inspiradores e intrigantes muitas vezes. 
E o que eu mais gosto neles é que alguns fotógrafos têm a capacidade de transformar pedaços da realidade em algo realmente profundo e se comunicar sem dizer uma palavra.
Encontrar uma conexão entre a pessoa na foto, a cena, a atmosfera, tudo. 

Navegando em busca de novidades encontrei essas fotos (logo abaixo) sobre moradores de rua do fotógrafo Lee Jeffries .

Com sede em Manchester, Reino Unido, Lee Jeffries começou sua carreira em fotografia de esportes. Um encontro casual com uma jovem sem-teto nas ruas de Londres (em Leicester Square)  numa abordagem artística, mudou sua história para sempre. Jeffries recorda que inicialmente, ele havia "roubado" uma foto (imagem) de uma jovem amontoada em um saco de dormir. O fotógrafo sabia que a menina o tinha notado e sua primeira reação foi de sair. 
"Ela me viu e começou a gritar. Eu fiquei envergonhado e tive de decidir se ia embora ou se pedia desculpas", conta Jeffries.
Sua percepção sobre os sem-teto mudou completamente e eles se tornaram o assunto de história e de sua arte.



Ele produziu um conjunto assombroso em preto e branco de retratos de pessoas que vivem nas ruas da Europa e dos EUA. Cada rosto é mostrado em detalhe incrível e é cheia de emoção.   
Antes de fotografar e materializar os rostos do moradores de rua para sempre, Jeffries faz um esforço para conhecer cada um, antes de pedir permissão para capturar sua imagem. 

Jeffries também usa sua fotografia para arrecadar dinheiro para ONGS de moradores de rua e tenta reduzir a "invisibilidade" das pessoas que não têm onde morar.


E abaixo algumas fotos que selecionei.












quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Imagens assustadoras de um vírus que assombrou a Alemanha comunista nos anos de 1950.








A história acontece no final da década de 50 na Alemanha Oriental, onde depois de se recuperar uma cápsula espacial russa na fronteira com a Alemanha Ocidental, descobrem que o ocupante é um chimpanzé, o problema é que o viajante carrega um vírus letal conhecida como "A doença Schneider" e que começa a se espalhar rapidamente pela população.

Este documentário surpreendente segue a luta da humanidade para encontrar a cura e sobreviver.  Não é preciso dizer que o filme Die Schneider Krankheit (A doença Schneider) é na verdade um "mockumentary", e nenhuma das imagens no filme são imagens de arquivo. O curta-metragem foi escrito, produzido e dirigido por Javier Chillon e já foi exibido em mais de 200 festivais de cinema e tem mais de 45 prêmios.

Esse curta-metragem (bem que poderia ser um longa) tem um ritmo impecavelmente perfeito, que serve como um "tributo" a estes documentários em vídeo "educativo" tão típico da América (e em alguns países ditatoriais) dos 50 . Era comum nos Estados Unidos e alguns países da Europa, o ensino da ciência através de vídeos, que eram projetados na televisão, cinemas e escolas



* Um mockumentary é um tipo de filme ou programa de televisão em que os eventos fictícios são apresentados em formato de documentário .