quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Fotografia: Incompreensível, bizarro e genial.

http://www.asgercarlsen.com/files/gimgs/1_mg8113.jpg

O fotógrafo dinamarquês Asger Carlsen (foto acima) começou sua carreira aos 16 anos, quando vendeu uma foto que ele tirou da polícia gritando com ele e seus amigos no momento em que se preparavam para fazer uma gravação de um piquete para o jornal local.

Asger trabalhou como fotógrafo policial antes de passar a trabalhar em revistas. Um dia, enquanto brincava em seu computador, ele criou uma imagem de um cara com um monte de olhos que o levou para as fotos distorcidas e bizarras, então, ele se tornou conhecido.

Sua obra estranha e bem humorada faz a gente questionar o que é humano, e tem sido exibido e publicado internacionalmente.


As imagens trabalhadas do Asger Carlsen (nem sempre as fotos são deles, ele manipula também imagens de outros fotógrafos) são estranhas e fantásticas. E encontrar um equilíbrio entre a estética instantânea e a manipulação digital, não é fácil, mas os resultados sempre são  surpreendentes e surreais.


Na boa, a maioria das pessoas começam a bocejar quando olham uma segunda obra de arte numa galeria, mas quando se trata de um fotógrafo (ou manipulador de imagens) como Asger Carlson, não tem ninguém que fique com preguiça de acompanhar sua obra.
Asger usa fotografias e software para criar retrato macabro, que de tão interessante, faz  Francis Bacon parecer Norman Rockwell

EXPOSIÇÃO: WRONG











quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Apocalipse da Mente.

Tom Litteson AKA Dilly nasceu em 1985 em Melbourne, Austrália, metade australiano e metade espanhol, ele estudou  "design de móveis" na RMIT, onde expôs peças no Fringe Festival Melbourne, Furnitex e Wall to Wall.  
Também estudou Design Gráfico na Universidade de Victoria, onde após a conclusão, ele começou sua mudança para o mundo do design gráfico freelancer e ilustração.


Nesse seu novo trabalho "The Mind's Apocalypse" o ilustrador e design Tom Litteson refinou seus estilos ilustrativos para um nível super realista. 


dilly
"VILLAINOUS EMBRACE" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 


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"PARALLEL VOID" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER


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"JUDGE WITHOUT JURY" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 


dilly5
"ONE PLAYED" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 



"FIENDISH CURIOSITY" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 


"A PLIGHT" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 



"THE FAUX" 2011, 500mm x 500mm, PACER PENCIL ON PAPER 





terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Curta-metragem divertido e inspirador.



"The Village" é um curta-metragem muito bonito, rápido e engraçado (muito charmoso também). Com uma música de viola (à la portuguesa) maravilhosa e que nos leva a um passeio numa pequena vila rural portuguesa, simulando todas as cenas em miniatura.

O diretor/editor português Pedro Souza fez um grande trabalho, mais também contou com uma equipe muito entrosada: o diretor de imagem e fotografia Daniel Espírito Santo que fez um trabalho primoroso e seu assistente João Botas


Divirta-se!


The Village from Pedro Sousa on Vimeo.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Melodia pop + electropop + afro-beat = Casiokids.



O primeiro vídeo clip postado aqui no blog é estranho, obscuro e com uma canção ("Det Haster!") hipnotizante. 
Essa banda fantástica que descobri só hoje é a norueguesa "Casiokids", do gênero electropop e formada em 2005. E é constituída por Ketil Kinden Endresen, Øgreid Fredrik Vogsborg, Johnsen Omar e Bjøreid Kjetil Aabø.

O diretor do clip e ó Kristoffer Borgli.

A banda surgiu de uma idéia de fazer música eletrônica visual, mas desenvolveu-se mais em  um trabalho de teatro coletivo, misturando melodias pop, muitas vezes cantado em sua língua nativa e influenciado pelo afro-beat, techno e out-and-out pop.


Casiokids - Det Haster! 

Escute também "Togens Hule"


É Verdens Storste Land.





domingo, 12 de fevereiro de 2012

Presidente ou presidenta? O gênero que muda a linguagem.

Não há nada de errado com o uso do termo presidenta, ele já é reconhecido pelos dicionários da língua portuguesa há muitos anos


Há poucos dias, recebi uma mensagem via internet contendo um comentário assinado por uma pessoa que eu desconheço. Ela criticava as feministas e o governo em geral. A razão era o fato de Dilma Rousseff preferir ser chamada de presidenta.

Dizia o e-mail que a palavra presidenta não existe, assim como não existem estudanta, adolescenta, pacienta e sorridenta. Por essa razão, Dilma não teria o direito de "violentar o nosso pobre português apenas para ficar contenta" (sic).


Esse comentário infeliz vem sendo secundado por alguns incautos, que, por não conhecerem o vernáculo ou acharem engraçado o texto, repassam o seu conteúdo aos seus amigos e amigas.
Mas é bom deixar claro que nada há de errado no termo presidenta, assim como são corretas as palavras governanta e parenta, dentre outras que fazem o feminino de substantivos com o sufixo "ente"ou "ante" usando "a".


O Aurélio define presidenta como "a mulher que preside". Além desse, outros dicionários da língua portuguesa consignam o verbete, acrescentando que também pode significar "a mulher do presidente".
Dicionários à parte, é preciso lembrar que os postos de poder sempre primaram pela nomenclatura no masculino. É claro. Se mulheres não podiam assumir cargos de comando por imposição patriarcal, a linguagem secundava essa exclusão, eliminando as designações desses postos no feminino.


Não faz muito tempo, as magistradas pioneiras em suas carreiras assinavam seus nomes e acrescentavam embaixo "juiz de direito".
Da mesma forma, algumas pioneiras do Ministério Público também registravam seus cargos apenas no masculino. Embora o nome fosse de mulher, abaixo dele constava "promotor de Justiça". A justificativa, que não mais se sustenta, era que esses cargos haviam sido criados por lei apenas no masculino.


É incrível a dificuldade que certas pessoas têm para perceber o sistema de dominação embutido na linguagem. As regras gramaticais não brotaram do nada, elas têm um histórico secular que pretendeu tornar a mulher irrelevante, a ponto de deixá-la invisível.


Assim, em português e em outras línguas europeias, o masculino é sempre dominante. Por exemplo: "o leitor", representando todos os leitores e leitoras; e "o homem", representando toda a humanidade.


Mas o mundo mudou, e a linguagem precisa acompanhar essa mudança. É nesse particular que Dilma incomoda os conservadores: ela torna evidente que seu cargo é ocupado por uma mulher.

O linguajar se presta a definir quem é superior e quem é subalterno, quem é importante e quem é irrelevante, quem deve ser ouvido e quem merece ser ignorado, quem tem autonomia e quem precisa obedecer. Dessa forma, ele molda a nossa maneira de ser e de pensar.


É intrigante a resistência em atender à vontade de Dilma de ser chamada de presidenta, sabendo-se que o termo no feminino já se encontra reconhecido nos dicionários da língua portuguesa há longos anos, portanto muito antes de termos a primeira mulher a comandar o Brasil.


Para nós, é da maior importância termos a presidenta que temos. Ela não é apenas mulher, ela valoriza a condição feminina.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.





sábado, 11 de fevereiro de 2012

"The Bourne Legacy" promete e também vai fazer história. Veja o trailer.




Sete bons motivos para acreditar que a continuação do filme vai surpreender de novo.


1 - O ator será o Jeremy Renner (Missão Impossível 4 - Protocolo Fantasma),  que vem surpreendendo em cada filme que faz em longas como: Atração PerigosaGuerra ao Terror. Esse ano ele também estará no aguardado "Os vingadores" como o super herói  Hawkeye, ou seja,  ele é uma das grandes apostas de Hollywood.    

2- O excelente Tony Gilroy escreve e dirige a continuação da franquia Bourne. Ele escreveu também os roteiros de todos os filmes da série até o momento. 
Fez também os roteiros dos filmes como: Conduta de Risco (Michael Clayton), Intrigas do Estado (State of Play), Advogado do Diabo (The Devil's Advocate), entre outros. O cara representa os poucos bons diretores da industria do cinema americano.

3 - A sumida e maravilhosa atriz Rachel Weisz está confirmadíssima. 

4 - O ator Edward Norton está prestes a fazer um retorno em grande estilo como o vilão da série.

5 - Albert Finney, David Strathairn e Joan Allen continuam nessa quarta sequencia, assim teremos mais consistência na história.

6 - O ator Matt Damon quer voltar, por isso também, o filme tem que ser sensacional e não deixar a peteca cair.  

7 - Nenhum filme da série "Bourne" é fraco, todos de alguma forma se superam, por isso, acredito que essa continuação também vai fazer história. 


The Bourne Legacy usa apenas o título do último livro da série escrita por Robert Ludlum; a trama é toda original (escrito pelo diretor Tony Gilroy e seu irmão Dan), e acompanha um novo assassino recrutado pelo governo.


Com estreia prometida para o dia 03/08/2012 nos Estados Unidos e Canadá, veja o primeiro trailer do "The Bourne Legacy".








sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Projeto ensina construção de violão com custo de montagem inferior a R$ 70,00.




Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba (foto), um projeto fabrica violões de forma didática e a custo acessível, a partir de madeiras plantadas ou nativas de ciclo sustentável. O objetivo é socializar tanto na Universidade, quanto no ensino Fundamental e Médio, a cultura da construção do violão (luteria), popularizando a produção do instrumento. O custo de montagem é inferior a R$ 70,00.

Os estudos começaram em 2005, com a contribuição dos alunos de Graduação da Esalq, para colaborar no atendimento da legislação atual quanto à inclusão da educação musical no ensino básico e facilitar sua inserção em projetos socioculturais. De acordo com o professor José Nivaldo Garcia, do Departamento de Ciências Florestais (LCF), coordenador do projeto, além da inovação, a Universidade também pesquisa e busca entender e divulgar a cultura popular. “A música, hoje vista como Ciência, é uma característica marcante da cultura brasileira e merece espaço dentro do meio acadêmico”, destaca o professor.




As ações envolvem a produção de componentes do violão, feitos em madeira plantada ou de ciclo sustentável,  junto ao pessoal de apoio do Laboratório de Engenharia de Madeira e a divulgação do projeto na Esalq, para conseguir a adesão de voluntários tanto dos cursos de Graduação quanto de Pós-graduação. Em seguida, foi realizada a montagem de um violão modelo a partir de um kit completo dos seus componentes, com custo abaixo de R$70,00, e a constituição de três grupos de 20 alunos do ensino fundamental e médio para participar de oficinas de fabricação do violão.

“Dessa forma, os trabalhos realizados nas oficinas poderão ser divulgados à comunidade e os resultados apresentados”, comenta Caio de Oliveira Loconte (foto), aluno do curso de Engenharia Florestal, responsável pela elaboração do relatório final do projeto e pelo “Manual de Fabricação de Violão Clássico”, no final de 2011.












Manual


O manual apresenta, de maneira simplificada, uma metodologia para a fabricação do instrumento musical tendo por base a planta “Guitare Classique Dans Le Style”, de Santos Hernandez. Dividido em capítulos, o manual introduz partes do violão, produção das peças, montagem e acabamento. Enfim, o instrumento é composto por diversas peças conectadas entre si utilizando-se de cola ou contato, tornando-se possível dividir a construção em caixa, braço e mão.

Na caixa encontram-se o tampo, a boca, as laterais, o cavalete ou ponte com o rastilho, a roseta e o fundo. A pestana, as casas e a escala são constituintes do braço. Por fim, fazem parte da mão as tarraxas. Complementando a orientação, no manual é revelado que dentro da caixa acústica existem várias peças que desempenham importantes papéis na sustentação do violão e na transmissão do som.
O projeto conta com recursos do programa  “Aprender com Cultura e Extensão” da USP. A proposta é transferir ciência e tecnologia criadas nos laboratórios para a comunidade adaptando as metodologias e a forma de expressão oral e de conduta à realidade da situação em curso. Como resultado, foi obtido um violão com som simples e comum, indicado para pessoas de baixa renda ou para iniciantes.
Para o professor Garcia, este é um trabalho muito importante, pois além de estender os ensinamentos obtidos na Universidade à sociedade, reúne, a cada ano, novas idéias e experiências trazidas por estudantes que se interessam por essa linha de pesquisa e que gostariam de participar das atividades ao longo do ano.
Alícia Nascimento Aguiar, da Assessoria de Comunicação da Esalq
imprensa@esalq.usp.br


Mais informações: email jngarcia@esalq.usp.br, com o professor José Nivaldo Garcia


fonte:Agência USP de Notícias




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Documentário explosivo: Será que o "aquecimento global" é a maior fraude da história moderna?



Este documentário foi exibido na BBC (canal de TV britânico) em 8 de março de 2007. Seu conteúdo é estarrecedor, ao mostrar o outro lado da chamada "verdade" sobre o tão aclamado Aquecimento Global.

Qual é a intenção e a agenda por trás desse documentário? Existe uma crença em alguns círculos de que o aquecimento global é um golpe, um esforço de muitas pessoas neste mundo para enganar o resto do mundo, um desejo de corporações e organizações para lucrar com o esse tema politicamente correto, e uma tentativa de alguns para abrandar o crescimento dos países em desenvolvimento.

Com o nome sugestivo de “A grande farsa do aquecimento global” o filme é um ataque direto ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas reunidos pela ONU para estudar o assunto. A base do documentário é contestar as causas do aquecimento global.

No filme, o diretor Martin Durkin defende que não é a emissão excessiva de carbono na atmosfera proveniente da queima de combustíveis fósseis a causa das mudanças climáticas. De acordo com os cientistas que aparecem no documentário, a atividade do Sol seria a maior responsável pelo aquecimento global.

Bem, assista a este filme e pense a respeito. 


A Grande Farsa do Aquecimento Global from Zaire on Vimeo.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Curta-metragem: O retorno do incrível Bruce Lee.




"Le Petit Dragon" é um bonito, inteligente e imaginativo curta-metragem que faz uma linda homenagem ao mestre do kung fu Bruce Lee. A qualidade do trabalho é sensacional, mas o que  impressiona é o roteiro, particularmente original e engraçada.

A partir de imagens de personagens do cinema e da cultura pop dos anos 70, cada segundo do filme está imbuído do espírito e gestos que marcaram a carreira da lenda dos filmes de ação e artes marciais.  

Bom, a história do curta-metragem e a seguinte:  Trinta e cinco anos após sua morte, a alma de Bruce Lee reencarna no corpo de um boneco que é a sua imagem. Em seguida, o brinquedo de borracha prepara-se para descobrir o gigantesco mundo de fora.

O diretor Bruno Collet, nasceu em 1965 em Saint-Brieuc, França e esse já e seu quinto filme na direção.





Pobre Aquaman.


Sushi-Friends-Aquaman

fonte: JazJaz




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quando você gritou pela ultima vez?



Apesar da brevidade da obra, esse curta-metragem vale demais graça ao excelente desempenho dos dois personagens principais de "Los Gritones", que transmite perfeitamente a fragilidade da ilusão e do grito como o único meio de fuga em tempos de tensão.

Porque há lugares e momentos que convidam você a gritar.






segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A vida de um homem em apenas 45 segundos.

Last Day Dream by Chris Milk

Acho bacana essa visão espiritualista do diretor Chris Milk e torço para que tenho esse momento antes da minha despedida. Acho que este é o sonho mais comum de muitas pessoas antes que o 'Espírito' deixe o corpo.
O diretor Chris Milk produziu esse curta-metragem para o Festival de Cinema de Beijing, na China. O filme "Last Day Dream" é um resumo dos momentos mais importantes da vida de um homem da forma mais extraordinária. 





Curta-documentário sobre o lugar perfeito para morrer.



Chamado de "o lugar perfeito para morrer", a floresta Aokigahara tem a infeliz distinção como segundo lugar  mais popular do mundo para tirar a própria vida. O primeiro é a Golden Gate Bridge. 

Espiritualistas japoneses acreditam que os suicídios cometidos na floresta têm permeado as árvores Aokigahara, gerando atividade paranormal.

Devido à vastidão da floresta, os visitantes desesperados sabem que é improvável encontrar alguém dentro do chamado "Mar de Árvores", de modo que os policiais montaram cartazes dizendo "Sua vida é um dom precioso de seus pais" e "Por favor, consulte a polícia antes de decidir morrer!".  

aokigahara

Meios de comunicação contemporâneos observou o recente aumento no número de suicídios na floresta, e culpou mais a crise econômica do Japão do que no final romântico da novela de Seicho Matsumoto, Jukai Kuroi de 1960, que revitalizou a popularidade da "Floresta do Suicídio". O romance de Seicho Matsumoto,  termina com dois amantes que cometeram suicídio na floresta. 

Os moradores dizem que pode facilmente identificar os três tipos de visitantes na floresta: os trekkers interessados ​​em vistas panorâmicas do Monte Fuji, o curioso na esperança de um vislumbre do macabro, e as almas que não planeja retornar.  

Os moradores dizem também que aqueles que desejam tirar suas vidas não consideram o impacto que os suicídios têm sobre os moradores e trabalhadores da floresta. Nas palavras de um homem local, "incomoda o inferno fora de mim que a área é famosa por ser um ponto de suicídio." 

aokigahara

E um oficial da polícia local disse: "Eu tenho visto muitos corpos que foram realmente avançado estado de decomposição, ou foram devorados por animais selvagens. Não há nada de belo em morrer lá dentro."  

Os trabalhadores devem levar os corpos encontrados na floresta até a estação local, onde são colocados em uma sala especial usada especificamente para cadáveres suicidas. Os trabalhadores florestais, em seguida, jogam jan-ken-pon (pedra, papel, tesoura) para ver quem vai dormir no quarto com o cadáver.  
Acredita-se que se o cadáver é deixado sozinho, traz muito azar para o fantasma (yurei)  das vítimas de suicídio. Eles são espíritos dizem a gritar durante a noite, e seus corpos se mover por conta própria.

O curta documentário abaixo "Aokigahara Suicide Forest" acompanha um dia do geologista Azusa Hayano. Ele estuda o solo vulcânico em volta do Monte Fuji, e convive quase que diariamente com a floresta e seus visitantes, tornando-se também um "guarda contra suicídios". Em 20 anos, Hayano diz ter encontrado já cerca de 100 corpos na floresta. Vejam o vídeo (contém imagens reais de pessoas mortas), que está legendado em inglês.



fonte: Estou sem criatividade para bolar um título bacana




domingo, 5 de fevereiro de 2012

As melhores obras de arte urbana do mundo.

Espalhadas pelo mundo todo, essas obras impressionam aqueles que passam e faz com que os moradores e visitantes da cidade tenham um novo olhar sobre o espaço modificado. 
Seja a pura expressão da criatividade, uma crítica social ou um pedido de conscientização, essas intervenções fascinam pelo tamanho – tanto em versões em miniatura quanto em pinturas e esculturas gigantes –, pela riqueza de detalhes e pela habilidade dos artistas.  



Street Art - Pavel Puhov - Clique aqui e veja a galeria.



SmugOne – Clique e veja a galeria



New Street Art - Banksy - Londres - Clique aqui e veja a galeria




Isaac Cordal - Barcelona - Clique e veja a galeria




Shop till you drop – Banksy - Londres - Clique e veja a galeria



Street Art Photos




Street Art - BLU - Clique e veja a galeria



Street Art - Eduardo Relero – Clique aqui e veja a galeria 





Street Art - DALeast - Clique e veja a galeria





Fonte: UOL
Fonte: Street Art Utopia